Fotografia de Palco

Ontem o Clube de Fotografia Louro Foto fez mais uma de suas atividades fotográficas, desta vez no Show de Seu Jorge, na Concha Acústica. Depois de falar da experiência em si, vou dar minhas impressões sobre fotografia de palco.

Depois coloco aqui o link das fotos de todo mundo, pois o mais legal de fotografar em grupo é poder comparar as imagens depois, e perceber os estilos, a técnica e as diferentes visões de pessoas que viveram [em tese] as mesmas experiências, num mesmo lugar, no mesmo momento. Na verdade, este é o tema da minha dissertação de mestrado, e como a defesa é na quarta-feira, é óbvio que isso está preenchendo meus pensamentos e percepções, vão desculpando.

Fomos, Marido e eu, Frederico e Letícia, Roni, Alfredo (sem Rafa) e Tacila  e Milena (que terminou ficando longe). A princípio, tivemos a palavra da M21 de que, cobrindo o show, poderíamos entrar usando o crachá, ter acesso à área vip e os bastidores. Na hora H, foi tudo diferente, mas entre mortos e feridos, entraram todos [pagando, of course].

Ficamos no gargarejo, colados no palco, o que facilitou umas coisas e dificultou outras. Conseguimos (Marido e eu) fazer fotos bem próximas, mas não temos nenhuma foto em plano aberto, e quase todas do mesmo ângulo. Algumas variantes determinam o resultado do trabalho: a performance do artista [e da banda], a iluminação do palco, a posição e o equipamento do fotógrafo.

Mesmo com crachá de IMPRENSA, com uma câmera “de respeito”, e quase subindo no palco, a falta de respeito dos outros fãs sempre é imensa. Gente que passa o show inteiro com as mãos pra cima, limitando ainda mais o campo de visão de quem não é tão alto e nem tem uma lente superpoderosa; gente que passa “rasgando”, com copo de cerveja na mão, derramando na gente; gente que foge da chuva com casaco de couro pingando na gente e nem pede desculpa quando a gente mostra que “seu casaco tá molhando aqui”; crianças se pendurando no gradil (num show de Seu Jorge, depois de meia-noite, levar crianças de 8, 9 anos é coisa de mãe que se respeite???) em tempo de não somente cair, mas derrubar tudo; ah, se eu continuar, vou até amanhã.

Além de todas as intempéries, como disse Frederico, eu ainda tive uma agravante: a lente ressecou no olho. Não achei o colírio [que estava, sim, dentro da mochila], tentei tirar com calma antes do show começar, mas não consegui, e pelo meio do show ela saiu quase que sozinha. Tirei, lavei, guardei… e continuei a fotografar  “adivinhando” o foco manual, [já que o automático da minha lente está de birra e só funciona quando quer] e quase cega, pois o outro olho continuou com a lente pra perto. Ô inferno!

Mas chega de falar, e olhem as fotos:

 

Seu Jorge 23-04-2011 017

Seu Jorge 23-04-2011 021

Seu Jorge 23-04-2011 025

Seu Jorge 23-04-2011 065

Seu Jorge 23-04-2011 070

Seu Jorge 23-04-2011 013

Seu Jorge 23-04-2011 032

Seu Jorge 23-04-2011 034

Seu Jorge 23-04-2011 037

Seu Jorge 23-04-2011 043

Seu Jorge 23-04-2011 045

Seu Jorge 23-04-2011 050

Seu Jorge 23-04-2011 052

Seu Jorge 23-04-2011 066

Seu Jorge 23-04-2011 080

Seu Jorge 23-04-2011 088

Seu Jorge 23-04-2011 106

Seu Jorge 23-04-2011 107

Seu Jorge 23-04-2011 108

Seu Jorge 23-04-2011 114

Seu Jorge 23-04-2011 115

Valeu tudo!

Um comentário:

  1. Pois é minha amiga, não é porque a M21 não cumpriu com seu apoio que deixaríamos de fazer o que nos propomos. Pois para o Clube Louro Foto, missão dada é missão cumprida!
    Tenho algumas fotos aqui: http://j.mp/fDI8RH

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